BENHABIB, Seyla (Ed.). (Ed.). 77 Para "Entmoralisierung", cf. Nós nos dividimos e continuamos a nos dividir mais vezes. In : Neue Beiträge zu Nietzsches Moral-, Politik- und Kulturphilosophie. [ Links ], OWEN, David. * "aquele que em maior medida se aparta de si mesmo" refere-se a "4) secreção e excreção: sob a forma de desprezo, desgosto por qualidades que por si só não são mais úteis; comunicando [mittheilen] sua abundante benevolência"; * aquele que "renova" refere-se à "6) regeneração: sob a forma do impulso sexual, impulso pedagógico etc. Mas como vimos na introdução, a natureza e a natureza humana em particular foram completamente moralizadas ao longo da história da moralidade, e devem ser destituídas de sentido moral [de-moralised] a fim de que a naturalização da moral faça sentido. GC, I - V A Gaia Ciência KSA, 8 Demais fragmentos do período entre 1875 e 1879 KSA, 9 Demais fragmentos do período entre 1880 e 1882 ZA I - IV Assim falou Zaratustra. 11 [238], KSA 9.532: "Die Menschen und die Philosophen haben früher in die Natur hinein den Menschen gedichtet - entmenschlichen wir die Natur!" 06 de Dezembro de 2015,  Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons, Rodovia Porto Seguro - Eunápolis/BA BR367 km10, https://doi.org/10.1590/2316-82422016v37n1hs. O nível ou a proporção a que se refere o máximo antagonismo interno consistente com a existência individual é determinado pelas relações de tensão entre indivíduos que são mais ou menos iguais em força, de modo que nenhum é subjugado ou absorvido pelos outros. Assim, talvez a chave sobre como pensar e dizer o que é particular, é "atravessar" diferentes discursos ou jogos de linguagem, "cruzar" [to cross-breed] diversos discursos em direção a um texto que "anularia" [to cross out] ou ao menos resistiria à regra da similitude que governa cada um. No texto que se segue veremos exemplos de ambos. O segundo ponto estará localizado no contexto da reconstrução fisiológica nietzschiana do indivíduo como dividuum no § IV. Nietzsche, Politics & Modernity, op. Um pensamento obrigatório volta para o período em que a dominação não estava presente: isto não foi necessário; isto está por detrás da vitória sobre os persas" (Nachlass/FP 6 [27], KSA, 8.108). Nietzsche on Time and History, (Ed.). "Philosophy and Politics". Como argumentei no § II, a virada fisiológica no discurso de Nietzsche não apenas naturaliza, mas também singulariza o conceito de soberania, referindo-se à autodeterminação dos processos de autorregulação que melhor permitem a uma dada forma-de-vida encontrar as condições de existência únicas a ela enquanto ser singular. 11 Sobre a autolegislação radicalmente individual, cf. [...] Quando a satisfação de um impulso é sempre acompanhada de um sentimento de proibição e aflição, cresce uma aversão contra ele: nós agora o consideramos mal. Essa mentira protoplasmática [protoplasmic] primordial vive em nossa crença política no estado como um todo estável, argumenta Nietzsche, pela mesma razão que todas as formas-de-vida orgânicas percebem "coisas estáveis" em seu entorno: para facilitar o processo de assimilação e subordinação: Nas condições mais desenvolvidas nós ainda cometemos o erro mais primitivo: i.e., nós representamos o estado para nós mesmos como algo inteiro e estável, real como uma coisa, e consequentemente submetemo-nos a ele, como uma função [do mesmo]. (Nachlaß Summer 1875, KSA 8, 9[1]) In: Nietzsche, Cahiers de Royaumont. Trad. Estes são, portanto, dois movimentos que devem ser coordenados no projeto de naturalizar a moralidade: traduzir os valores e o ser humano de volta à natureza, e traduzir a moralidade a partir da natureza (humana): a Vernatürlichung der Moral [Naturalização da moral] vem de mãos dadas com a Entmoralisierung der Natur [a destituição do sentido moral da natureza]7. Sentir cosmicamente [Kosmisch empfinden]! Paris: Éd. In. [ Links ]. (6) AGRADECIMENTOS . [ Links ], GERHARDT, Volker. Nietzsche planeja aqui reconstruir esse processo de desnaturalização, passo a passo. Isso é eutanásia, é completamente infecundo! de Minuit, 1967. Contudo, isso é equilibrado pela "benevolência" no tópico "4) secreção", e obedecendo ao tópico "5) Poder metabólico: veneração temporária, admiração, tornar-se dependente, enquadrar-se [...] ser capaz de servir". MÜLLER-LAUTER, Wolfgang"Der Organismus als innerer Kampf. A ideia de que isso possa ser o resultado de sentimentos morais internos que se relacionam com nossos impulsos é descartada em favor de um processo de socialização: a aversão para com a satisfação de um impulso é sentida na medida em que uma proibição social é internalizada na forma de um "sentimento de proibição e aflição" que acompanha sua satisfação. Ver egoísmo como um erro! Mesmo no recuo para a solidão - muitas vezes tomado como um indicativo do individualismo autárquico de Nietzsche - nós praticamos relações sociais conosco mesmos, e trazemos conosco todos os nossos hábitos e impulsos sociais. Em um fragmento do verão de 1875, Nietzsche anota: "a dominação espiritual de Atenas foi um impedimento [Verhinderung] à toda reforma. Amor e Formação. 2 RAWLS, John. A crítica de uma ontologia substancial em favor de uma interpretação dinâmica e pluralista da realidade é um dos grandes temas que atravessam toda a obra de Nietzsche15. Nietzsche pretende claramente que esse ideal apresente-se como um contra-ideal tanto à noção liberal de autonomia subjetiva quanto ao ideal socrático de paz interior ou acordo consigo mesmo, à lei moral e ao conformismo. [3.] Zijn en Worden. - Isso é dito com vistas a explicar o porquê de ser tão difícil entender escritos como os meus: as experiências interiores, avaliações e necessidades são outras [anderes] no meu caso. Biografia Juventude. Ou eles o dilaceram em sua luta [Kampfe] recíproca. Mas como acontece de um sentimento de aversão se ligar à satisfação de um impulso? (KSA) Hrsg. Após Theory of Justice, a posição de Rawls leva em conta essas críticas. "Der Organismus als innerer Kampf. Revisão Técnica de Rogério Lopes. 8 RESUMO A presente tese tem como objetivo reconstruir o diÆlogo de Nietzsche com a história do ... Obras de Nietzsche: KSA = Sämtliche Werke. Que possibilidades restam hoje para um diálogo entre Nietzsche e o Cristianismo? "Nietzsche contra Liberalism on Freedom". Em sua dimensão construtiva, encontramos em Nietzsche a contra alegação de que a manutenção e o cultivo de nossas capacidades (para reflexão e agência soberanas) são dependentes de relações de um antagonismo ponderado entre nós mesmos enquanto indivíduos, ou antes: como dividua. 6) regeneração: sob a forma do impulso sexual, impulso pedagógico etc. [ Links ], ______. In. Dessa maneira, essa anotação ilustra como o "erro categorial" de discutir moralidade em termos fisiológicos pode servir a Nietzsche como uma estratégia textual para atravessar [crossing-out], ou pelo menos resistir, à regra de similitude da linguagem, assim como para falar de uma perspectiva particular: a particularidade, como o fundamento da demanda por uma moral radicalmente individual, é ela mesma fundada nas condições de existência específicas de cada forma-de-vida única. Friedrich Wilhelm Nietzsche (/ ˈ n iː tʃ ə / [8] ou / ˈ n i tʃ i / [9]) nasceu em uma família luterana, em 15 de outubro de 1844.Filho de Karl Ludwig, seus dois avós eram pastores protestantes. London: Sage, 1995. o parágrafo final de Leviathan Ch. Democracy and Difference: Contesting the boundaries of the political. Nachlass/FP 11 [182], KSA 9.512). Na primeira fase da história contada por Nietzsche, somos apenas órgãos de um organismo social maior que se autorregula e ao qual pertencemos ("sociedade"/"o Estado"). Em primeiro lugar, essas noções têm uma longa história no pensamento político e moral, especialmente em concepções como as do liberalismo democrático, nas teorias do contrato e da moralidade com as quais Nietzsche estava familiarizado, como veremos. Hrsg. In. O ethos da autossubmissão ao conceito de lei moral permite ao indivíduo nascente impor medida e paz a seus impulsos, mas ele o faz à custa da sujeição e conformismo. 55 "Ich darf die Tendenz dieser Betrachtungen als moralistischen Naturalismus bezeichnen: meine Aufgabe ist, die scheinbar emancipirten und naturlos gewordenen Moralwerthe in ihre Natur zurückzuübersetzen - d.h. in ihre natürliche "Immoralität" [Eu me permito designar a tendência dessas considerações como naturalismo moralista: minha tarefa é retraduzir os valores morais, aparentemente emancipados da natureza e tornados não naturais, de volta à sua natureza - ou seja, à sua "imoralidade" natural]. Berlin /NY: de Gruyter, 2008, p. 191-210. Nesse caso, é possível compreender a argumentação que vai de uma “tipologia da moral”, tal como Nietzsche escreve 2 As obras de Nietzsche são citadas conforme a edição crítica: NIETZSCHE, F. Sämtliche Werke. De acordo com a hipótese (contra uma ontologia substancial) de uma pluralidade originária de sentimentos [Empfindungen] em conflito, não pode haver algo como uma paz genuína, harmonia ou acordo consigo mesmo. de Carlos Alberto Nunes. Friedrich Nietzsche (1844-1900) foi um filósofo, escritor, poeta e filólogo alemão, um dos mais impo... (página 5) Tudo isso implica claramente uma crítica da noção liberal de liberdade como o direito de escolher o conceito de bem, direito este associado a uma pessoa concebida como associal e previamente individuada. O erro é o pai dos seres vivos. Além do bem e do mal. [ Links ], ______. (JGB/BM 268, KSA 5.221)8. Naturalização da moral]; Cf. Oxford: Blackwell, 1992. "Philosophy and Politics". Se a linguagem está confinada ao que é comum, como então falar de necessidades, sentimentos e pensamentos que não são comuns, ou seja, são outros [anders] e particulares? [...] (Nachlass/FP 6[58], KSA 9.207). O que está em questão nesta passagem são nossos julgamentos morais negativos no que toca aos nossos próprios impulsos. Kritische Studienausgabe (Ediçªo em 15 volumes das obras de Nietzsche por Colli e Montinari. Isso descarta não apenas as teorias contratualistas liberais que pressupõem nossa capacidade racional ou reflexão autônoma (p.ex. Ambas as estratégias têm a vantagem de resguardar o indivíduo do sofrimento por meio da imposição de medida [Maass] sobre o excesso [Übermaas] dos impulsos individuais, assim como reduzir a tensão ou conflito entre eles (Nachlass/FP 11[182], KSA 9.511). 2. a pessoa é associal: os fins de uma pessoa são formados antes ou independentemente da sociedade; a sociedade não fornece a identidade, valores ou fins de uma pessoa, mas ela é antes o resultado de um contrato entre os indivíduos cujos fins são previamente dados. Esses argumentos serão desenvolvidos no que se segue em consonância com quatro principais linhas de pensamento: sobre as origens sociais e o caráter da (auto) consciência (§I); sobre a (pré) história e a constituição social de nossa capacidade como indivíduos soberanos [sovereign] (§II); sobre as origens sociais do fenômeno moral (como internalização de normas comuns) (§III); e sobre a destruição fisiológica do sujeito moral substancial, seguida da reconstrução fisiológica (§IV). Combinando ambos os textos nós podemos reconstruir o seguinte argumento: na medida em que a (auto) consciência individual é ela mesma um produto da linguagem (FW/GC 354, KSA 3.590), e visto que a linguagem significa as necessidades comuns ou compartilhadas que determinam os valores da comunidade (JGB/BM 268, KSA 5.221), segue-se que o indivíduo (auto) consciente é inseparável de seus valores, e mais especificamente, dos valores fundamentais da comunidade à qual ele pertence. A redução naturalista da voz interior da consciência a um conjunto de sentimentos imitados [Summe nachgeahmte Empfindungen] de inclinação/aversão a priva claramente de sua inquestionável autoridade normativa. 3 Para uma explicação do debate e uma avaliação crítica dessas posições, ver MULHALL, Stephen & SWIFT, Adam. Se essas linhas descrevem a história dos animais de rebanho que vieram a dominar na modernidade, Nietzsche também sugere uma alternativa. The Cambridge Companion to Rawls. ... em que será utilizada apenas a sigla KSA(NIETZSCHE, F. W. Sämtliche Werke. Berlin, Boston: De Gruyter. Como nós esperaríamos a partir dos textos considerados no § III, essa multiplicidade "interior" é formada através da internalização de costumes sociais. Mas o conflito não é apenas uma característica do surgimento de indivíduos singulares; ele também é central para o ideal de soberania formulado no final desta anotação: O homem mais livre é o que tem o maior sentimento de poder sobre si mesmo, o maior conhecimento sobre si mesmo, a maior ordenação no conflito necessário de seus poderes, a máxima independência relativa de seus poderes individuais, o maior conflito relativo dentro de si mesmo: ele é o ser mais discordante e o mais mutável, o que vive mais longamente e o que deseja e nutre a si mesmo de forma superabundante, aquele que em maior medida se aparta de si mesmo e em maior medida se renova (Nachlass/FP 11 [130], KSA 9.488). 238. DOI: 10.1515/NO_W017186_0080), 2011. 3. Mas a autorregulação também acarreta o momento crucial da "moderação" [Maaßhalten] ou medida. Nesta segunda fase da narrativa de Nietzsche, "quando os laços da sociedade se rompem", os primeiros indivíduos experimentais, ou "Versuchs-Individuen", afirmam a si mesmos como soberanos. In. Assim, a igualdade predomina amplamente!

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